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 Tate's Room

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Tate Langdon
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MensagemAssunto: Tate's Room    Sab Set 20, 2014 6:23 pm



Última edição por Tate Langdon em Qui Jan 15, 2015 8:59 pm, editado 1 vez(es)
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Tate Langdon
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Sex Set 26, 2014 1:01 pm

Arya White escreveu:
Arya não conseguiu dormir... O sol nascente a encontrou sentada em frente ao notebook, com fones tocando Nickelback em seus ouvidos, numa tentativa falha de amenizar seu sistema nervoso. A internet não foi de grande ajuda, mas o pouco que ela conseguiu garimpar sobre Tate Langdon não foi nada promissor...
"Você é de vidro, Tate... E cada vez que você quebra, seus estilhaços ferem quem está ao seu redor..."
A menina não sabia o que fazer... E só havia uma pessoa a quem ela se atreveria a pedir ajuda...
Arya não gostava de psicólogos, psiquiatras, terapeutas nem nada do tipo... Eles, a seu ver, não passavam de inúteis, aproveitadores, que no fundo não ajudavam ninguém. Mas havia uma exceção... O psiquiatra Jonh Ferrer. Ele atestara a sanidade de Arya, na época em que ela estivera internada, e fizera de tudo para tirá-la do sanatório.
Ela hesitou, mas acabou ligando para o médico. Ele a atendeu, e a menina explicou de forma clara e concisa o que a perturbava...
-Esse rapaz deveria estar internado numa clínica, e não em um colégio para alunos problemáticos... -Jonh afirmou, após ouvir os relatos- Eu verei o que posso fazer para descobrir mais sobre isto, mas por hora, a única coisa que tenho a lhe dizer é: fique longe dele. Ele é perigoso, e se cismar com você, receio que ele realmente possa te fazer algum mal...
Arya agradeceu, e desligou... Atordoada e insone, vestiu-se e foi para a aula. Ao chegar lá, já meio atrasada, viu que a cadeira ao seu lado estava vazia. E assim ela permaneceu. Arya ficou imaginando se Tate estava em seu quarto, ouvindo Kurt Cobain e planejando matar seus colegas... A ideia a deixou deprimida.Por mais que algumas pessoas ali fossem desprezíveis, elas não mereciam morrer... Talvez fosse por isso que a academia fosse tão intolerável para ela: enquanto todos estavam implicando e brigando uns com os outros, Arya só queria ajudar. Ela era essencialmente uma pessoa boa, apesar de tudo o que tinha passado... E, por esse motivo, quando a aula acabou ela se viu dando as costas ao conselho de Jonh, caminhando até o dormitório masculino e batendo na porta de Tate...

Tate nunca fora uma criança de muitas conversas, nem de sutilezas. Ele gostava de jogar seus carrinhos pela escada e enforcar seus bonecos. Ele confrontava sua mãe quase todos os dias, por qualquer bobagem. E, quando Beau e Addy nasceram, ele fora ainda mais cobrado - não só por ser o irmão mais velho, mas pelos dois caçulas terem deficiências genéticas horríveis. Ele não gostava de sua casa. Ele não gostava do seus colégios. Fora expulso de vários pelos motivos mais variantes, desde se masturbar no banheiro feminino até agredir professores e alunos. O único momento que ele realmente apreciou aquela instrutura com ares de prisão chamada escola, foi quando ele levou lá para dentro uma pintura em seu rosto e altos calibres 22 e 40. Depois de tanto estrago, depois de tanta gritaria, depois de tanto sangue e miolos nas paredes e carteiras, depois de lágrimas, sangue e urinas de medo espalhados pelo chão daquele lugar, ele não se lembrava mais de nada. Tate não sabia porque saíra de seu colégio antigo, mas não tinha nada do que reclamar disso. E ele não sabia porquê fora posto naquela academia imensa e irritante, onde a pressão era maior, muito maior.
Mas o fato é que o monstro dentro dele não mudara nada, mesmo com a falta de memória por causa de medicamentos. O fato é que ele ainda estava ali. Ele ainda tinha os mesmos pontos de vista, e isso não mudaria com as conversas todas terças-feiras no psicólogo do colégio. O fato era que Tate ainda era um vidro rachado. E que ameaçava cortar quem chegasse perto o suficiente... seja por querer, ou não.
Quando a aula terminou - ele ouviu a sirene -, ele estava pensando onde arrumaria armas. Ou melhor, em que as usaria. No time de futebol? Por que não? Ele sempre odiou aqueles tipo de caras. Ganham bolsas por causa dos jogos, ganham privilégios e garotas e por serem tão mimados são todos completos babacas. O mundo estaria melhor sem eles.
Mas espere, mundo...? Era verdade. Tate, então, deu um chacoalhar em sua própria cabeça, ainda deitado na cama. Ele não diria a ninguém, mas ele saíra do quarto depois que o efeito da cocaína amenizou e, escondido, ele se esgueirou até o campo onde os jogadores haviam sido liberados das aulas para treinamento...
Quem era aquele cara? Ele só sabia que seu sobrenome era Riggins, pois era assim que os outros o chamavam no campo. Interessante... ele o lembrava o vizinho que sua mãe dava suas escapadas. Diria que apenas por causa do cabelo.
Mas Tate nunca se importou com o mundo, ou com as pessoas nele. Na verdade, ele se importou... se importou em quanto o mundo é podre e triste. Dava nojo estar ali. Dava nojo ter cada passo naquele lugar, respirar aquilo tudo... ele não iria se matar... ele iria salvar pessoas do mundo. Ele iria matar quem ele gostava. Ele iria retirar todas aquelas pessoas do mijo e do vômito nas ruas.
... mas e sobre Arya?
Ele deveria matá-la? Quando chegasse na sala a e apontasse seus dotes para todos... ele deveria levá-la? Ele queria ver a reação dela.
E foi pensando isso, depois de mais três doses de cocaína, que ele ouviu as batidas na porta.
Fungou, passando as mãos pelo nariz congestionado. Ele mal conseguia respirar se não fosse pela boca, e sua garganta ardia, e seus dedos suavam e tremiam, mas ele se sentia aceitavelmente bem... anestesiado.
O que tocava no rádio era Mama, de uma banda hardcore chamada My Chemical Romance. Ele não gostava de coisas tão pesadas quanto aquela, mas a letra daquela música lhe fazia se sentir... conhecido.

"Mamãe, nós vamos todos para o inferno
Mamãe, nós vamos todos para o inferno
Escrevo essa carta esperando que você esteja bem
Mamãe, nós vamos todos para o inferno"


- O que você quer?- a abordagem dele foi à tona quando viu Arya. Seu cabelo estava úmido de suor frio e escondia os olhos castanhos dele, mas ela poderia ver que suas íris estavam cercadas de irritação em sua esclera. Ele logo ergueu os olhos para ela de forma metódica, acrescentando:- Você não devia estar na detenção?
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Arya White
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 11:27 am

-E você não deveria estar morto? -a menina respondeu, prontamente, tirando um papel dobrado do bolso do jeans, o abrindo e mostrando para ele: era um print de uma página da internet, onde se via a foto de Tate abaixo da legenda "Suspeito morto". Sua expressão era indecifrável, e ela abaixou-se na frente dele, encarando-o com seus grandes olhos azuis- Está drogado... Está tentando ter uma overdose?
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 1:34 pm

A expressão dele era de tédio...até ela perguntar... e até ver o papel. Seus lábios se entreabriram e os olhos vermelhos piscaram num arregalo... foi mínimo, mas a respiração dele acelerou também, mais do que já estava pelo efeito das drogas.

- Não devia pesquisar sobre mim.... nunca. Por que fez isso?- ele parecia calmo... mas não estava. E isso aos poucos foi ficando notável em seu rosto que continuava surpreso, e as fungadas dele aumentando.
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 1:44 pm

-Porque eu queria entender o que levou você a matar toda aquela gente... -Arya o puxou, fazendo com que ficasse de pé, e começou a empurrá-lo para o banheiro- Você precisa de um banho... Se te verem assim, nossa situação vai ficar ainda pior...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 1:49 pm

Matar? Gente? Que gente?— ele não entendeu, e quando se viu já estava sendo puxado para o banheiro. Tudo ainda estava girando tanto, e ele se sentia leve demais; tão leve que mal conseguia controlar o próprio corpo. Ele soltou-se das mãos dela, ficando de frente para a mesma.— Eu não vou tomar banho agora. E outra, fale do que você quer dizer. Como assim o motivo de eu ter matado gente?
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 2:04 pm

Arya revirou os olhos, e empurrou-o de vez para dentro do banheiro, ligando o chuveiro com água fria em cima de seus cabelos loiros.
-Você não lembra, não é? -uma certa compreensão surgiu no olhar dela... as coisas começavam a se encaixar- Você cometeu uma chacina no seu antigo colégio... De alguma forma que desconheço, simularam sua morte e te fizeram esquecer...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 2:18 pm

- Lembrar de quê? Voc-...- e ele foi totalmente impedido de dizer algo a mais quando sentiu a água fria chocar-se contra sua cabeça, e depois escorrer pelo restante do corpo... e ele estava tão debilitado que apenas aquilo foi suficiente para que ele se desequilibrasse e caísse. Caiu sentado sobre os azulejos brancos do banheiro, molhando seu jeans e o restante de seu suéter e tênis. Talvez ele realmente tivesse exagerado nas doses naquela manhã.- Você tá maluca?! Que diabos está...
Mas ele parou outra vez quando ouviu ela, e encarou-a com olhos vermelhos e perplexos que começavam a lacrimejar... ou melhor, a se encher de lágrimas.
- O quê...? Uma chacina? Mentira... por que... por que eu faria isso?
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 3:22 pm

-Eu não inventaria tal coisa... -Arya sentou-se num canto do banheiro, e parecia tão desolada quanto o próprio Tate...-Eu não faço ideia... Esperava que você pudesse me responder isso...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 3:52 pm

- Você não devia ter ido buscar sobre mim... não devia.- ele disse... e se ajoelhou, e tomou o papel das mãos dela, o lendo e relendo várias vezes. Não tinha nada mais do que "suspeito pelos tiros em escola foi confirmado morto pela polícia" e sua foto. Seu rosto. Bem ali. Um flasback veio em sua mente. Uma sala de aula inteira o encarando com olhos perplexos, e a voz de uma professora soando num humilhante 'posso ajudar você?' . Ele gritou algo que mais pareceu um rosnado, e atirou o papel para longe, que umedeceu e sujou os azulejos de tinta.- Por que eu faria isso? Quem mais sabe, Arya? Para quem você contou?!
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 4:04 pm

-EU NÃO SEI!!! Eu sequer deveria estar aqui!! -ela gritou, os olhos se enchendo de água- Meu médico diz que você é uma ameaça, que é para eu ficar longe...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 4:08 pm

Ele se calou com os gritos dela... ele fungou, chorou baixo, as lágrimas já se misturando livremente com a água que ainda respingava sobre si...e logo falou num tom mais baixo, mas igualmente perplexo:

- Seu médico? Você contou ao seu médico...?

A porta do quarto de Tate bateu como se alguém tivesse fechado-a por dentro... e passos começaram a se aproximar lentamente do banheiro... como se fossem passos de salto alto...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 4:13 pm

-Contei... Eu precisava de ajuda... Ele é psiquiatra e...
Ela ouviu passos, e se colocou imediatamente de pé. Seus nervos, já tão a flor da pele, a fizeram buscar o canivete no bolso.
-Quem...?
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 5:01 pm

- Logo um psiquiatra, Arya? Já não basta o que tenho aqui?! Ele vai me internar.

E ele também parou quando ouviu os passos, já imaginando quem poderia tê-los ouvido... mas a imagem que apareceu na porta o fez entreabrir a boca. Era uma mulher loira, com um coque que fazia seu cabelo parecer curto, de olhos azuis e brincos enormes, assim como um vestido azul de mangas longa todo estampado... e longos saltos pretos.

- Mãe...- Tate disse. E a mulher sorriu de uma forma elegante, olhando de Arya para Tate e vice-versa.

- Ora, Tate, querido... não pensei que faria amizades tão rápido...- e o olhar dela foi para Arya. E seu sorriso se fechou por completo.- Mas logo com uma enxerida anoréxica... você nunca teve talento para escolher melhores pessoas, não é mesmo...?

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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 6:08 pm

-Ele não vai te internar...
Arya olhou de Tate para a recém chegada e vice-versa, soerguendo uma sobrancelha ao ser chamada de "enxerida anoréxica"
-Essa múmia é sua mãe? Jura? Perto dela você é a Miss Simpatia...
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 6:18 pm

+Antes que qualquer um ali pudesse impedir, logo atrás da mulher surgiu uma garota de cabelos negros e longos, olhos perspicazes (para não falar de mal-humorados)que vestia uma jaqueta de couro quase estilosa e fumava um cigarro. Ela prendeu o rolo no lado direito da boca com os dentes e apoiou-se na porta, só então dando uma tragada, retirando aquilo dos lábios.+
-Ohh, quando eu fiquei sabendo do rapaz que tinha matado um monitor, achei que era exagero... e ainda mais com a nerd... Arya, não esperava esse tipo de coisa de você.
+Negou com a cabeça, abrindo um sorriso debochado.+
-Opa... senhora... seu lugar não é no museu?
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Tate Langdon
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Dom Set 28, 2014 8:31 pm

- Oh, e ainda tem uma língua afiada.- disse a mulher, e entrou no banheiro, agarrando o suéter de Tate e o puxando para fora.

Ela não dera atenção, no momento, à garota que se postara atrás de si, mas o que ela dissera fez Constance arregalar os olhos; e passou esbarrando por ela, jogando Tate para o centro do quarto. E então, segurou o rosto dele com ambas as mãos, olhando lá no fundo de seus olhos cheios de lágrimas.
- Diga, querido... diga que não contou à ela sobre o colegial... apenas diga que não matou nenhum monitor...- mas então ela pareceu observar o filho melhor. E notou que o vermelho nos olhos dele não era apenas choro. E a expressão dela foi de pura decepção...- Oh, não... não, querido... diga que não voltou a se drogar... por favor...

Mas Tate não respondeu. Ele ficara olhando a mãe, perplexo, com todo aquele drama. Ele nunca a tinha visto assim. E Constance, a mulher, entendeu a resposta dele. Sim, ele tinha feito aquilo tudo. Ela fez um barulho que pareceu o começo de um choro....e bateu nele. Estapeou seus cabelos loiros ensopados, fazendo a água borrifar pelo quarto. Bateu em seu rosto, fincou as unhas cumpridas e vermelhas em seu peito, empurrando-o cada vez mais para trás, enquanto gritava alguns desesperados "POR DEUS, O QUE HÁ COM VOCÊ?! O QUE HÁ COM VOCÊ?!". Tate bateu as costas na parede e em seguida as arrastou até cair sentado no chão, com as mãos tentando se defender das porradas da mãe... até que ela parou, e fitou um Tate aos prantos e todo cheio de arranhões no rosto, gemendo baixinho:

- Mamãããee....

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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Seg Set 29, 2014 6:18 pm

Arya visou Mel com uma certa perplexidade, que logo se tornou constrangimento.
-Hey! Eu não fiz nada! -protestou ela, ficando vermelha- Eu só estava no lugar errado, na hora errada e com a pessoa errada.
O ataque histérico da mãe de Tate a fez ficar estática por alguns segundos, antes de marchar até eles e se interpor entre os dois, enquanto Tate gemia no chão.
-Sua velha dos infernos... É assim que você o educa? Não é de se admirar que ele tenha se tornado o que é, com uma mãe dessas...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Seg Set 29, 2014 9:00 pm

O esbarrão foi o suficiente para fazer o rosto de mel, que antes já era desagradável, passar a algo realmente assustador. Enquanto fazia um sinal com as mãos para Arya para que esperasse, começou a caminhar na direção em que a velha estava com o filho.+
-Segure as pontas ai, quatro-olhos...
+No segundo seguinte ela já havia agarrado a mulher pelos cabelos e puxado sua cabeça para trás com tamanha força que ela escorregou, e no minuto seguinte tinha sua bunda no chão, e seu rosto forçado para cima.+
-Eu não suporto gente como você... não me incomoda se já é idosa, eu não ligo de bater em gente mais velha que eu...
+E ela tirou o isqueiro do bolso, ainda pressionando-a contra o chão, e com a mão livre abrindo a tampa metálica. Fez uma chama subir, refletindo-a nos olhos dela.+
-Você não está na casa da mãe Joana, sabia? Aqui é nossa escola... nossas regras... se continuar bancado a puta-mãe-malvada, espero que esteja pronta para as consequências.
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Seg Set 29, 2014 9:25 pm

Ela falou: "Você não é meu filho
Pelo o que você fez lá
Eles acharão um lugar para você
E você apenas nota seus modos quando você parte,
Quando você for, não retorne para mim, meu amor"

- E você nunca deve ter tido uma mãe para saber, imunda.- Constance já estava no chão quando disse, e encarava a chama no isqueiro com ares perplexos, mas sem um medo concreto.

Diante de tudo aquilo, Tate não sentiu pena, sequer vontade de ajudar sua mãe. Seu rosto ainda estava ardendo e seus ombros também. Ele apenas se levantou, e gritou um "VÁ EMBORA!!" alto o suficiente para ecoar no corredor inteiro. Ele não se importava com isso.
Constance o encarou com uma raiva nítida... e, sabe-se lá como, ela acabava de encostar o cano de um pequeno revólver no queixo de Melissa. Levantara-se, passando as mãos pelo vestido, sem deixar de mirar naquela garota... e então visou Tate com o canto dos olhos.

- Espere só até que o assunto se espalhe. Espere só até que você vá parar num sanatório e eu não vou tirá-lo de lá, Tate. Podíamos ter escondido o corpo juntos. Seu pai disse que você precisava de um castigo e recomendou este lugar... mas talvez você precise mais do que isso.- ela disse, e deu as costas. Ainda mirava em Melissa...- E quanto a você... você se daria muito bem com o meu filho. Talvez pudessem massacrar a escola inteira. Mas melhor que se contenha da próxima vez... ou não vai ser só a escola ou a droga de um diploma que irá perder.

E ela atirou. O som da bala correu pelo corredor inteiro. Teria pego bem no joelho de Melissa. E Constance tinha uma ótima pontaria. Ela lançou um último olhar a Tate e Arya, e passou pelo banheiro. Viu que, na porta do mesmo, estava o papel que Arya havia trazido. Ela o pegou do chão rapidamente, e saiu andando... em lágrimas, mas com uma expressão rígida e raivosa.
Logo depois, passos mais pesados foram ouvidos no corredor. Eram monitores... o barulho dos sapatos tão conhecidos para Melissa, pelo menos.

Enquanto os monitores chegavam perto, Tate se abaixou e esticou o braço para pegar algo debaixo de sua cama.

Bem, Mãe, o que a guerra fez com minhas pernas e minha língua,
Você deveria ter criado uma menina
E eu deveria ter sido um filho melhor
Mamãe, nós estamos cheios de mentiras
Mamãe, nós temos importância para as moscas
E agora elas estão fazendo um caixão do meu tamanho
Eu deveria ter sido um filho melhor
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Qui Out 02, 2014 5:55 pm

Arya não teve muito tempo para assimilar tudo o que acontecera... Mas, quando se deu conta, Melissa estava no chão, sangrando, e Constance havia deixado o quarto... Entretanto, Arya não ia deixar isso assim. Deixou o aposento correndo, passando pelos monitores como uma flecha, nem dando tempo a eles de interceptá-la, e confrontou a mãe de Tate no hall, antes que ela pudesse deixar a academia.
-Quem você pensa que é? Para chegar assim, dar um tiro nos outros e ir embora? -a menina estreitou os olhos e cerrou os punhos- Foi você, não foi? Que simulou a morte do Tate e deu a ele algo para esquecer... O que você achou que mudaria com isso? Seu filho ainda é um assassino, e pelo que vejo tem bem a quem puxar.
Arya aproximou-se dela, e pontou um dedo magrelo em sua cara.
-Se voltar a fazer algum mal a Tate, a mim, ou a qualquer um que me seja caro, pode ter certeza que a denunciarei ao conselho tutelar, e você perderá a guarda de seus outros dois filhos...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Qui Out 02, 2014 10:35 pm

+A arma em sua cara não fez com que ela nem nitidamente piscasse. Melissa viera de um bairro conhecido como Brooklin. Ser ameaçada se consistia em toda uma vida... e não seria uma senhora velha e acabada, apontando uma arma em seu queixo, que a faria calar a boca.+
-Haha... você não sabe nada sobre mim, e pelo visto não sabe nada sobre o garoto aqui do lado... eu prefiro ser órfã do que ter uma mãe como você. Deveria sentir pena do garoto...
+A arma atirou, pegando em sua perna, e seu corpo desceu imediatamente, sentindo a dor explodir pelos seus nervos. Mas ainda era Mel. Durona o suficiente para aguentar qualquer tipo de dor imposta a ela. Sendo que, enquanto seu corpo pendia, levantou violentamente o isqueiro e o acendeu novamente, acertando pelo menos o rosto dela, ou um pedaço do cabelo. Fosse como fosse, pelo menos ela teria uma pequena marca para se lembrar.+
-Pode vir, sua vadia de quinta categoria, da próxima, tenha certeza que vou rasgar esse seu rosto de múmia velha por todo o pátio!
+Trincou os dentes... a bala ainda estava alojada no joelho... ela ouvia o som dos monitores chegando, e olhou em volta, apressadamente. Lembrou-se que em cada quarto havia uma saída de ventilação. Ela sabia que o fato de estar com o joelho arrebentado iria acabar fazendo com que colocassem a culpa no garoto, e não na mãe do mesmo. Assoviou, chamando a atenção dele e acenando com a cabeça em direção a passagem, que deixou a vista após empurrar um pouco sem jeito a comoda que havia na frente.+
-Esconda-se... eu me viro... não farão nada contra mim...
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Qui Out 02, 2014 11:36 pm

Tate agarrara algo em baixo da cama, e então ouvira o assobio de Melissa. Olhou para a mesma, vendo Arya sair correndo pela porta. O fato foi que os monitores se dividiram, dois deles correram atrás de Arya e os outros dois seguiram pelo quarto.
Ouvindo os passos se aproximarem e a indicação da garota, Tate arrastou-se pela passagem depois de retirar a tela de proteção, escondendo-se ali dentro, mas ele não seguiu o caminho que a passagem levava, deixando a tela de proteção exposta no chão.
Foi bem quando os monitores chegaram e viram Melissa, já dizendo um monte de impropérios à garota que eles tanto tinham costume de ir atrás. Um deles chutou a mão dela, pois vira o isqueiro entre seus dedos e assim que se certificou de que ela o tinha largado, pegou-a pelo braço, forçando-a a se levantar, mesmo que sua perna sangrasse.
O outro achara-se mais esperto por ter notado a cômoda afastada e a tela de proteção... e então abaixara-se para olhar lá dentro.
E a lâmina afiada de uma faca entrou bem dentro do seu olho direito, borrifando sangue. Ele gritou, se levantando na mesma hora, e foi quando Tate saiu dali e se pôs de pé, socando seu rosto, o fazendo desequilibrar e bater a cabeça contra a parede, desmaiando-o. O outro soltou Melissa imediatamente. Estava completamente desarmado, já que, em todo seu histórico, nunca precisara de algo além das mãos para surrar alunos desobedientes. Mas Tate era diferente. O monitor largou Melissa e partiu para cima de Tate. O loiro foi atingido, duas vezes no rosto, o monitor o prensou contra a parede...
Mas tudo o que ele fez foi rir enquanto sentia o gosto do sangue que escorria de seu nariz.


- Pare de rir, seu filho da mãe.
- o monitor rosnou e o jogou no chão.

Tate aproveitou para passá-lo uma rasteira, que o derrubou, e Tate sentou-se em cima do tórax do mesmo, segurando sua cabeça, aguentando as porradas que este tentava desferir para tentar se livrar...
E então apenas um "crack" agundo foi ouvido, e a cabeça do monitor juntamente de seu pescoço estavam numa posição estranha, e ele havia parado de se mexer.
Quando Tate se levantou, ele estava coberto de sangue.

- Preciso ver Arya. Eles vão pegá-la. - foi o que ele teve tempo de dizer, antes de sair do quarto numa corrida, descer as escadas...

[...]


Lá embaixo, Constance ria de Arya. A arma em uma de suas mãos, e na outra o papel amassado com a foto de Tate como suspeito.

- E o que você acha que mudaria se ele soubesse? Ele sentiria orgulho do próprio massacre. E ele iria querer fazer de novo... e de novo, já sabendo de todas as possibilidades. O Tate... ele não reage bem à certas coisas, e uma delas é você.

Ela engatilhou a arma quando Arya pôs o dedo em seu rosto, e o sorriso na face de Constance sumiu, enquanto mais lágrimas jorravam de seus olhos.

- Eu não podia deixar meu filho ser preso... ou até morto numa cadeira elétrica onde assassinos morrem... ele não é um. Não pra mim. Ele é meu filho. E uma mãe nunca abandona um filho.- ela disse com a voz firme, mas seus tons de agudo denunciavam já seu desespero.- Me denuncie pra quem quiser. Já tentaram fazer isso outras vezes... e você não vai querer saber o fim deles...- ela disse num tom intimidador, rosnando.

E, com a arma engatilhada, ela deu um suspiro... um suspiro cansado e morto, demonstrando seu desespero e seu cansaço de lutar contra ele. Ela desviou de Arya, e saiu pelo hall, calmamente, com o olhar perdido, congelado... enquanto murmurava um "ele deveria ser meu filho perfeito..."
E ela sumiu. Em poucos minutos, já não estava mais no pátio, ou dentro do colégio.
E então Arya sentiu alguém segurá-la com força pelos braços, e chacoalhá-la como uma boneca de pano... mas logo o aperto afrouxou, e o monitor que fazia isso caiu ao chão com a garganta sangrando...


- Tem que me ajudar a limpar isso... se quiser que eu continue aqui e você também... - a voz dele foi seca. Tate estava ali, bem atrás de Arya, coberto de vermelho, uma expressão congelada, mas olhos em prantos... era claro que tinha preocupação escondida em sua expressão. Na verdade, ele não queria estar expondo aquilo tudo a Arya, ou a Melissa... mas ele não tinha escolha.
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Sex Out 03, 2014 6:59 pm

Arya encarou Constance com indiferença total.
-Não tenho medo de suas ameaças... Conheci gente pior que você.
Ao ver a mulher se afastar, ela sentiu o aperto do monitor em seus braços finos, e parou, estática, ao vê-lo cair inerte no chão. Ao se deparar com Tate coberto de sangue, seu coração falhou uma batida, enquanto ela se afastava rapidamente, para que a poça de sangue que se formava no chão não sujasse seus pés...
-Não vou ajudar porra nenhuma... -ela replicou, os olhos enchendo de água- Eu só entrei nisso porque tentei ajudar um recém chegado encharcado e perdido... E porque eu achava que todo mundo merece uma segunda chance... MAS EU NÃO VOU AJUDAR UM ASSASSINO!!!!
Seu grito morreu aos poucos, e ela deixou o lugar correndo, atravessando o jardim da academia enquanto despistava os monitores. Em minutos, Arya White havia sumido...
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Melissa Carter
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MensagemAssunto: Re: Tate's Room    Sex Out 03, 2014 10:53 pm

+Ela ainda estava meio zonza de tentar lutar contra o monitor que a segurava... diria que tinha dado trabalho o suficiente para ele, no entanto... aquele som seco fez com que sua cabeça se virasse, e ela mais uma vez foi ao chão, por não conseguir firmar a perna. Ela já começara a inchar e a sangrar cada vez mais, o que lhe dava certa fraqueza. Nitidamente conseguiu ver toda a cena, do segundo monitor batendo em Tate e neste revidando... horrorizada, apesar do que já estava acostumada a enfrentar, depois de ouvir claramente o "crack" desagradável do pescoço do rapaz quebrando. Levou a mão a boca e tentou mais do que rapidamente agarrar o isqueiro, achando que aquilo fosse fazer alguma diferença contra ele.+
-Não havia necessidade disso... você os matou...
+Mas viu-se falando sozinha... ele havia dito algo e ido em direção as escadas, deixando-a só, sangrando e com dois cadáveres. Mel se arrastou para longe deles, estendendo a mão para segurar a maçaneta da porta, mas não tinha altura suficiente para isso. Deixou o braço cair, sentindo aquela dor percorrer o joelho até a panturrilha. Arriscaria dizer que até mesmo sua coxa estava doendo. Colou a testa no chão, respirando profundamente. Sabia que era uma inútil, uma encrenqueira e tudo o mais... no entanto...+
-Alguém... me ajude...
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